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Sunday, October 23, 2011

Revista Finis Mundi.



Já o terceiro número deste importante projecto que ia deixando passar em calaro.



Wednesday, October 29, 2008

Corram para as livrarias!


Com chancela da cada vez melhor, Cavalo de Ferro, a obra Fome, do "maldito" Hamsun!

Tuesday, May 27, 2008

A Capital.

Enquanto há quem prefira ler O Capital (não conheço), admito que prefiro A Capital do nosso Eça. Bom, talvez seja mesmo o meu livro preferido do Eça. Há qualquer coisa naquele Artur Corvelo sentimentalão e por vezes até um pouco ridículo, que carrega o peso do mundo nos seus ombros, que o torna simpático, próximo de nós. Julgo poder afirmar que é um personagem tipicamente português. As suas manias da grandeza, as boas intenções e ideais, rapidamente dissipados face a qualquer obstáculo, as suas paixões trágicas e melodramáticas. Há como em outras obras do Eça um elogio da ruralidade, estranho ou não, vindo de um escritor cosmopolita. Artur é o rapaz ambicioso, mas de bom coração, sonhador e idealista que da província julga poderr atingir os píncaros da capital com que sonha de dia e de noite. Ora, é completamente esmagado pelas forças da Capital: os canalhas do mundo literário e artístico, os amores de bordel, a alta sociedade de Lisboa, o ambiente revolucionário republicano. Até mesmo o vil metal, ou como diria a tia Sabina "o maldito dinheiro!" acaba por ser mais um dos factores da sua desgraça, ao atrair para si, toda a sorte de parasitas e amizades interesseiras. Afinal um enredo que podia ser hoje. Resta a Artur o cozido na casa das tias, o emprego na botica e os goivos junto à sepultura da tia Sabina.

Friday, April 18, 2008

Do Brasil recomendo...

Nélson Rodrigues.

Ainda a propósito de Boris Vian

Cada vez tenho mais horror a esta aldeia», disse Jaimemorto para consigo mesmo, enquanto se olhava ao espelho. Acabava de cortar a barba.

Boris Vian, in "O arranca-corações"

A propósito de Boris Vian.

Noite e meia (De Natal)

" Procuro no dia não sei que Outro Dia
que o céu anuncia e que tudo alumia
(O céu nos açoite!...)
Procuro no dia não sei que Outro Dia,
Procuro na noite sei lá que Outra Noite...

Cala o teu trompette,
ó Boris Vian!
Não vês que são quase sete
da manhã?!...

Às cegas, navego, sem fonte nem fim...
E um rio de sombra me leva e conduz,
de olheira em olheira...
Seguindo-Te os passos, jardim por jardim,
procuro na luz não sei que cegueira!...

Cala o teu trompette,
ó Boris Vian!
Não vês que são quase sete
da manhã?!...

Procuro no dia não sei que Outro Dia
de luz mais esguia que a luz do meio-dia.
(A fé nos afoite!)
Procuro no dia não sei que Outro Dia,
Procuro na Noite, à noite, Outra Noite...

Cala o teu trompette,
ó Boris Vian!
Não vês que são quase sete
da manhã?!..."

Rodrigo Emílio

Could this be...


...the most beautiful book in the world?

Oswald Spengler


Para quem não tem tempo de ler "A Decadência do Ocidente", não pode deixar de ler "O homem e a técnica", da Guimarães Editores.

Thursday, June 29, 2006

Uma pergunta retórica...

Porque é que a Fnac não tem nem um título de Knut Hamsun disponível?!